sábado, 13 de julho de 2019

Retorno à Burarama (56 anos depois)  

Este Blog resultou do meu retorno a Burarama (Hoje Capitão Enéas MG) após 43 anos da primeira e última visita. Parti com 15 anos, acompanhando minha família que mudou para Irapuru, estado de São Paulo. Minha primeira visita ocorreu 14 anos depois (1977) e voltei em 16/06/2019.
Aprendi que lembranças são visões protegidas contra o tempo. Que retornar ao local de suas lembranças significa destruí-las, substituindo-as com a nova realidade que o tempo criou.

Nonas e Geraldinha 

Aprendi que lembranças da juventude são visões grandiosas e  coloridas de uma realidade que não existe mais. 

Rever os locais presentes em nossas lembranças significa constatar que a realidade tem muito de fantasia.

Rever amigos íntimos após 56 anos é constatar quanto tudo mudou em minha realidade, como o tempo trouxe mudanças profundas no que hoje eu sou e no que meus amigos são. Eles e eu hoje temos filhos e netos, pessoas que passaram a fazer parte de nossas vidas, dando uma nova dimensão às nossas existências.

Geraldinha

Existem sim pessoas mais especiais. Geraldinha foi uma delas. Hoje casada com o Nonas, primo do Ney, pai de 4 sobrinhos meus. Eu tinha a confiança do Sr. Álvaro, pai dela. Tinha permissão para leva-la aos bailes. E como dançava bem. Sem dúvida, minha amiga mais próxima.






Burarama (Hoje Capitão Enéas) 


Burarama mudou de nome, hoje Capitão Enéas, homenagem a um líder e empreendedor local, com cujos netos mantinha amizade. Uma lembrança especial: Leila. Não consegui informações sobre ela. Talvez viva em Brasília. 



                                                                               

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